Jose Marconi Teixeira
Publicado por Clube de Autores (managed)
Ao debruçar-me para escrever este livro, não havia clareza resolvida como o faria.
Uma coisa estava evidente: algo me inquietava.
Eu observava algumas reações do cotidiano e indagava comigo mesmo o por quê de um olhar assim.
Não é que seja uma patologia, mas chega uma Hora que se deve dar um breque e questionar a importância do olhar do Outro na nossa vida, sabendo que indispensável é o olhar do Senhor sobre nós.
Então, a ideia foi se delineando, tomando forma de palavras, descrevendo sentimentos de como me enxergo e me compreendo no todo, e não menos importante como sou enxergado.
Conheci Jesus no inÃcio da idade adulta.
Neste perÃodo, notei que após o apareci mento das cãs, as pessoas dirigiam-se a mim, com um tratamento mais respeitoso: senhor, cidadão, etc. Descobri, entre tanto, que essa deferência, na verdade não seria um mérito próprio.
Creio derivar-se do fato real de Cristo viver em mim.
Há um poder pacifica dor dentro do cristão.
Desconheço alguém que não tenha Deus, que tenha e desfrute desta honrosa paz.
A distinção é clara na forma do olhar.
Questionando outras pessoas, descobri que é natural e corriqueira experimentarmos esta impressão de inquietações frente a concepções alheias sobre a vida do outrem.
Esta sensação é mais patente principalmente quando este outrem somos nós.
Olhares que são sutis, interferências avaliativas são comuns do nosso dia a dia.
Procurei de forma simples e honesta botar estas verdades no papel, falando de um mundo par ti cu lar.
Mundo este onde poucas vezes consentimos dele ser visita do pela razão da graça de Deus.
O grande desafio é levar você, que ri do leitor, a uma visita à s antes salas do coração, guiadas pela luz desanuviadora da revelação bÃblica.
De não menos importante falo também do resulta do da observância do comportamento humano.
“Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração, por que dele procedem as fontes da vida.†Pv.
4:23 Este livro tem a pretensão de fazer com que o leitor, refletindo na Palavra de Deus, detecte marcas e raÃzes no oculto do coração e, assim, identificar estigmas.
Permita que o Senhor Jesus trate-as, restaurando, sarando as questões relativas à autoimagem, ao amor próprio, à identidade e individualidade, amoldando-nos como Noiva do Senhor.
“Resisti-lhe firmes na fé, certos de que sofrimentos iguais aos vossos estão-se cumprindo na vossa irmandade espalha da pelo mundo.†1 Pe 2.9 Jesus Cristo é referência de e para o homem, com amor próprio salutar e sensato.
Deus comunica o triunfo de Cristo na cruz por nós e, como consequência de tão perfeito sacrifÃcio, usa seus efeitos para nos libertar das profundas marcas na e da vida, tratando em especial de duas sensações tratadas na teoria de moderação de Aristóteles que se aninham nos limites do coração do homem: o vÃcio de ir para um extremo ou outro, o de inferioridade e o de elevação.