Abah Andrade
A modernidade é pensada nesses ensaios, não como uma época histórica, mas, como um fenômeno cultural preciso: aquela tensão interna a uma comunidade, no desenvolvimento da qual emerge o indivíduo como promessa de um ser humano autônomo, capaz de pensar, agir e sentir por conta própria, sem as amarras de uma tradição.
Todavia, estará o ser humano preparado para lidar com o desamparo que antecede aquela capacidade?
Alguma vez já foi tentanda uma pedagogia do desamparo?