Me sinto propenso a perdoar os mortos
Tom Azevedo
Publicado por Clube de Autores
As Criaturas e os Humanos estão em guerra.
No começo as Criaturas eram dizimadas por bombardeios, acorrentadas a sólidos muros de pedra.
Com o tempo, aprenderam a guerrear, a se defender e, logo, a contra-atacar.
No fim combatem os Humanos com as armas roubadas a eles mesmos.
Detalhe.
A leitura de lábios, que as Criaturas levaram à perfeição, é fundamental na solução dos problemas que o romance apresenta.