Nascido na Índia, no século VI a.C., filho de um brâmane, Siddhartha passa a infância e a juventude isolado das misérias do mundo, gozando uma existência calma e contemplativa.
A certa altura, porém, abdica da vida luxuosa, protegida, e parte em peregrinação pelo país, onde a pobreza e o sofrimento eram regra.
Em páginas de rara beleza, Siddhartha descreve sensações e impressões como raramente se consegue.
Lê-lo é deixar-se fluir como o rio onde Siddhartha aprende que o importante é saber escutar com perfeição.
Este romance de Hermann Hesse tornou-se a obra mais famosa deste Prémio Nobel da Literatura e um dos livros mais vendidos de sempre.
Nunca perdendo a actualidade, continua a fascinar o público jovem sendo leitura de cabeceira há já várias gerações
Hermann Hesse (1877/1962).
Distinguido, em 1964, com o Nobel da Literatura, tornou-se uma verdadeira figura de culto, uma referência universal ancorada na exaltação que faz do indivíduo e na celebração de um certo misticismo oriental.
Peter Camenzind é o seu primeiro romance, Siddhartha o resultado de uma visita à ìndia, é o seu livro mais lido em todo o mundo.
Entre os seus romances, incluem-se O Lobo das Estepes, Narciso e Goldmundo e O Jogo das Contas de Vidro.
Explorando sempre o dualismo entre a vida activa e a atitude contemplativa, Hermann Hesse é, a par de Thomas Mann e Franz Kafka, um dos nomes maiores das letras germânicas do século XX.