Desde que nascemos, nos deparamos com inúmeras festas.
Aliás, o nosso próprio nascimento já é um evento.
Familiares e amigos, depois de esperar e de se preparar para a chegada do bebê, correm para a maternidade para participar deste momento tão aguardado.
Doze meses depois, ou melhor, um pouco antes disso, são os pais do nenê que andam de um lado para o outro para organizar a celebração do primeiro aninho.
Daí, vêm o segundo, o terceiro aniversário e, como num piscar de olhos, os papéis se invertem.
Ao ingressar na escola, é a criança quem passa a se preparar para algumas comemorações: o Carnaval, a Páscoa, o Dia das Mães, a Festa Junina... E aí tem início uma outra festa: imaginar como ficará a coreografia tantas vezes ensaiada, escrever e decorar os versos que serão lidos, confeccionar o presentinho a ser entregue, cantar a música ensinada pela nossa professora...
Tudo é realmente delicioso e inesquecível.
Aliás, ouso dizer que os preparativos são muito mais gostosos, no final das contas, do que a própria comemoração.
Afinal, são eles que fazem os pequenos – e nós mesmos – interagir, discutir, trocar experiências, pesquisar, aprender, amadurecer.