Um pavor repentino, que surge do nada e é acompanhado por sensações físicas desagradáveis, como ansiedade intensa, taquicardia, falta de ar, sudorese, náuseas e medo de morrer.
Estes são apenas alguns sinais do transtorno do pânico (TP), uma patologia que pode afetar a vida do paciente nas esferas social, profissional e emocional.
Pelos sintomas físicos que proporciona, o transtorno pode ser facilmente confundido com outras doenças cardíacas, neurológicas e respiratórias, o que, muitas vezes, dificulta o diagnóstico e retarda o início do tratamento.
Geralmente, para se precaver dos ataques, o paciente passa a evitar situações, lugares e pessoas.
Mas a boa notícia é que o problema tem cura, e a trajetória de superação da doença passa pelo tratamento medicamentoso e pela terapia.
Neste processo, é importante ter atenção aos sintomas físicos, mas, também, às causas psicológicas, que podem remeter, inclusive, a traumas de infância.
Nas próximas páginas, especialistas desmistificam questões referentes à enfermidade e explicam, em detalhes, o seu surgimento e as formas de tratamento e superação.
Se não há estratégias 100% eficazes para evitar que ela aconteça, a informação de qualidade pode contribuir para que o paciente volte a ter uma vida normal.