Quem não se lembra dos pais, dos avós ou, até mesmo, dos bisavós contarem histórias a respeito da rotina escolar de antigamente e mencionarem, aqui e ali, o termo palmatória?
Não tão comum ao nosso vocabulário usual, essa palavrinha caracteriza uma peça de madeira com a qual os professores castigavam os alunos, batendo-lhes com ela nas mãos.
Além disso, você também já teve ouvido falar do tempo em que os mestres eram tidos como indivíduos detentores de verdades absolutas, e questioná-los era algo indecoroso, até mesmo, inimaginável...
Se tomarmos estas histórias como base e fizermos um paralelo com os dias atuais, percebemos que muita coisa mudou no “universo” da educação.
Hoje, ao considerarmos o processo de informatização pelo qual as escolas passam, assim como a variedade de propostas de ensino apresentadas e a importância que se dá à humanização, verificamos que as instituições de ensino modernas se propõem a ser um espaço de discussão e de conhecimento bilateral, em que o professor ensina aos alunos, mas, também, aprende com eles.
E o mais interessante disso tudo é que essas técnicas e pensamentos estão em constante alteração e aprimoramento.
Quer uma prova disso?
Então, vá até a página 30 e confira uma entrevista exclusiva que a Projetos Escolares realizou com Francisco das Chagas Fernandes, Secretário de Educação Básica do MEC.
Lá, você vai conferir tudo sobre a alteração da quantidade de anos do Ensino Fundamental, assim como suas implicações e objetivos.
Com isso, verá, também, que existe uma preocupação geral, por parte de pais, de professores e de todos envolvidos com a educação de manter as crianças na escola por mais tempo, assim como proporcionar um melhor uso desse período.
Afinal, o conhecimento precisa ser constantemente construído, e não há limites para aprimorar os meios de atingi-lo.